Falamos sempre da amizade como se ela fosse um todo, como se o nosso mundo se concentrasse ali, naqueles momentos, naquelas frações de segundos quando passamos com aquela, ou com aquelas pessoas.
O amor de um amigo, ás vezes é incompreendido, chegamos a um certo ponto da amizade, que amamos sim mais os nosso amigos do que a nossa própria família.. mais será que é amizade, ou é só fissura?
Todos nós temos aquele amigos, que por ele fazemos tudo, que amamos que colocamos a mão, os pés, tudo no fogo, que damos o braço a torcer, que matamos, morremos e até roubamos por ele. Colocando-os para serem o centro das atenções, afinal, aquilo é tudo o que temos. Cuidamos, zelamos, qualquer deslize é uma queda.
Não podemos fazer nada que coloque-o fora do foco (amizade). Mais, nunca chegamos a pensar, o que essa pessoa seria capaz de fazer por nós. E nós nunca pensamos se ela da ou não valor, nas coisas que fazemos.
Chega a um certo momento que agente para, pensa, reflete, e se arrepende.
De fazer dos mundos e fundos, aquela pessoa, de por em linha de mira aquela pessoa, de viver aquela pessoa, de respirar, de dar a vida por ela. De se arriscar, de fazer palhaçadas pra vê-lo (a) sorrir. Mais o que nunca sai da mente, e nem do coração é a pessoa. Agente tira de tudo, menos de lá. Aquele lugar tão pequeno que arquiva tantas coisas, que faz questão de congelar cada momento sendo bom ou ruim. Faz daquela pessoa a mais eterna possível. Alguns amigos meus, hoje, distantes, uns que me deram as costas e brigaram comigo, eu evito.. hoje em dia eu evito, mais o meu coração, bate cada dia mais forte, na esperança de ter novamente ao meu lado.